Otimiza a saúde do úbere - I

Animais e desenho experimental

O teste foi realizado na França, Alemanha e Hungria, com a inclusão de 900 animais provenientes de 63 fazendas.

As vacas foram selecionadas 7 dias pré-secagem e incluídas no teste se a produção de leite diária fosse igual ou superior a 13 kg no dia anterior à secagem; apresentassem estado geral bom com as últimas 3 Contagens de Células Somáticas (CCS) 200.000 células/mL e a data de parição estivesse prevista para mais de 5 semanas. Foram excluídas do teste as vacas com mastite clínica ou subclínica a partir da seleção, tratadas com antibiótico sistêmico ou intramamário (terapia da vaca seca com antibiótico) ou medicamento anti-inflamatório. Não foram permitidos tratamentos com selante interno ou externo dos tetos na secagem.

Em todas as fazendas o alimento foi ajustado para o período seco e água foi oferecida ad libitum.

Após a última ordenha as vacas receberam um único tratamento pela via IM de 5 mL de Velactis® (VEL), volume equivalente de placebo (PLA: mesmo excipiente utilizado no grupo tratado com Velactis®) ou foram tratadas com antibiótico intramamário de referência (REF).

A ocorrência de vazamento de leite (VL) foi verifi cada e registrada no primeiro dia (D1) pós-secagem.

Resultados

  • A diferença entre os grupos foi estatisticamente significativa (p < 0,0001) a favor do grupo tratado com VEL. O VL no grupo tratado com PLA foi 10,7% e no grupo tratado com REF, 14,8%, enquanto que no grupo tratado com VEL foi 2%.
  • O grupo do REF, tratado com antibiótico intramamário, apresentou a maior incidência de VL: 14,8%.

Conclusão

As vacas tratadas com Velactis® apresentaram redução de 81,3% do risco relativo de vazamento de leite no primeiro dia pós-secagem em comparação ao grupo tratado com PLA e 86,4% em comparação ao grupo tratado com REF.

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